Histórias de Sucesso
Leslie Lance
07 Fev 2011
Sorry, translation available yet. Please try another language.
Última atualização: 23 Jan 2012
Rachell Souza
07 Fev 2011
Sorry, translation available yet. Please try another language.
Última atualização: 09 Fev 2011
Cord Blood Transplant Saves Jennifer Jones Austin
18 Nov 2010
Sorry, translation available yet. Please try another language.
Última atualização: 09 Fev 2011
Receptor de transplante de medula óssea desfruta a vida após Transplante e se prepara para Faculdade
29 Mai 2009
Carlos Trochez, Marrow Donor (left) and Eduardo Ramirez, Recipient (right)Há oito anos atrás, Eduardo Ramirez de dezessete anos de Salinas, Califórnia quase teve sua vida levada pela leucemia. Hoje, ele está celebrando quase cinco anos sem câncer, graças ao transplante de medula que lhe salvou a vida. Ele está aproveitando a vida; jogando futebol com os amigos, namorando uma garota bonita, e aguardando ansioso para comecar os estudos na Universidade da Califórnia -- Berkeley na Primavera. Eduardo tinha dez anos de idade quando, de repente, comecou a sentir fortes dores nas pernas e febre alta. Ele foi imediatamente levado ao hospital e após vários exames de sangue; os médicos informaram a sua família que ele tinha Leucemia Mieloide Cronica. Eduardo recebeu quimioterapia por dois anos e meio, e a doença foi reduzida. Portanto, seis meses depois, ele foi levado às pressas de volta ao hospital. Teve uma recaída e sua única chance de sobreviver seria através de um transplante de medula óssea.
Seus médicos procuraram um Programa Nacional de Doação (agora o conhecido Cadastro Be the Match) para uma doaçãoo de medula óssea sem laços familiares, e poucas semanas mais tarde, a família foi avisada que foi encontrado um doador compativel 100% e que o transplante de medula óssea seria agendado para dezembro de 2004.
Seu doador foi o Carlos Trochez, um sacerdote de Woodside, New York. Ele se cadastrou como um potencial doador de medula óssea em 1999, numa campanha de medula óssea organizada pela Fundação Icla da Silva na sua Igreja. Carlos doou sua medula óssea, a qual foi transportada para Califórnia, onde Eduardo recebeu o transplante que salvou sua vida.
Dois anos após o transplante da sua medula óssea, a Fundação Icla da Silva providenciou para Eduardo e sua família virem a Nova Iorque, tendo o imenso prazer de conhecer o seu doador de medula pela primeira vez. Os dois se conheceram no evento anual para arrecadação de fundos da Fundação em 2006 e mantiveram contato. No dia 16 de junho, seu doador de medula , Carlos Trochez, vai comparecer a formatura dos seus estudos secundários na Califórnia. Hoje, Carlos, originalmente da Colômbia, considera Eduardo como um filho e mantém contato quase toda semana. Quando Carlos foi recentemente perguntado sobre o Eduardo, sorriu orgulhoso e disse, "Esse garoto agora adora comida Colombiana."
Última atualização: 07 Fev 2011
Receptor do transplante de medula óssea, conhece o doador que salvou sua vida
14 Nov 2008
Nova Iorque, 3 de Outobro de 2008. Foi um momento emocionante quando o receptor de medula, e agora o ex-paciente non-hodgkins, Sr. Robert Jewell, de Cheasepeake, Virginia conheceu pela primeira vez o doador de medula óssea que salvou sua vida, Romery Granado do Bronx, Nova Iorque.
Este encontro emocionante aconteceu no jantar e dança do décimo sexto ano de arrecadação de fundos da Fundação Icla da Silva, no dia 24 de setembro de 2008, da Fundacao Icla da Silva, na Tavern no Green Restaurant na cidade de Nova Iorque.
Este encontro emocionante aconteceu no jantar e dança do décimo sexto ano de arrecadação de fundos da Fundação Icla da Silva, no dia 24 de setembro de 2008, da Fundacao Icla da Silva, na Tavern no Green Restaurant na cidade de Nova Iorque.
Última atualização: 31 Ago 2010
Sobrevivente de leucemia fala para mais de 200 convidados na Recepção de Premiação da Icla da Silva
30 Set 2004
Mais de 200 convidados, incluindo pacientes, patrocinadores, diplomatas, médicos e membros da comunidade de empresas, compareceram a Recepção de premiação anual de arrecadação de fundos da Fundação Icla da Silva, no último dia 30 de setembro de 2004. Melissa Rozon, sobrevivente de leucemia, falou sobre sua experiência e como a Fundação foi um grande apoio para ela.
Última atualização: 31 Ago 2010
A Fundação Icla da Silva ajuda a um paciente de Honduras reunir-se a sua família
30 Set 2004
Daniel Menjivar é um garoto de 15 anos de idade de Honduras. Ele hoje está sendo tratado no John Hopkins de doença do enxerto contra hospedeiro em Baltimore, como resultado de uma complicação durante um transplante de medula óssea.
A última vez que Daniel viu seus irmãos foi há seis anos atrás. Mais recentemente, seu pai e outros três irmãos, receberam um visto para vir aos Estados Unidos com a ajuda da Fundação.
A família ficou separada nos últimos sete anos, mas agora estarão juntas para ajudar na recuperação de Daniel.
A última vez que Daniel viu seus irmãos foi há seis anos atrás. Mais recentemente, seu pai e outros três irmãos, receberam um visto para vir aos Estados Unidos com a ajuda da Fundação.
A família ficou separada nos últimos sete anos, mas agora estarão juntas para ajudar na recuperação de Daniel.
Última atualização: 31 Ago 2010
Paciente de leucemia compartilha sua história e solicita ajuda para encontrar um doador de medula
12 Nov 2003
Caroline Clark de 21 anos tem Leucemia. Ela estava cursando seu último ano na Faculdade, quando descobriu que tinha leucemia. Após o primeiro mês completo de hospitalização, ela foi avisada que a única coisa que poderia potencialmente curar sua doença considerada fatal, seria através de um transplante de medula óssea. Seus pais e suas duas irmãs foram testados, mas nenhum deles chegou perto de ser compatível para um transplante seguro. “Achei que não tinha mais opções e aceitaria meu destino,” disse Caroline.
Caroline começou a pesquisar na internet sobre sua doença e transplantes de medula óssea. Enquanto procurava, descobriu casualmente sobre o site da Fundação Icla da Silva, e o que ela pensou ser sua última chance, resolveu arriscar mandando um email explicando sua situação, pedindo ajuda, mesmo que fosse só informação.
“Para minha surpresa, tive uma resposta no outro dia de Airam. Quando acabei de ler o email, comecei a chorar, porque não acreditava que aquilo pudesse ser verdade, não teria que esperar pelos ciclos da quimioterapia serem feitos para saber se morreria ou não, porque a organização estava disposta a me ajudar no que precisasse. “ Não acreditava que não teria mais que pagar pelos testes de HLA.” disse Caroline aos prantos.
Por não haver doadores compatíveis com Caroline na sua família, e com o apoio da Fundação Icla da Silva, as campanhas de doação de medula óssea seriam realizadas na Igreja de Caroline, com alguns velhos amigos em Boston, Washington Heights, na sua Faculdade Utica NY, e na Flórida, para que outras famílias e amigos pudessem ser testados. De todas as campanhas que realizamos, foram cadastradas ao Registro NMDP cerca de 400 pessoas, na sua maioria grupo étnicos minoritários, mesmo sem serem compatíveis com Caroline, poderiam assim, salvar outras vidas que estão esperando por uma doação como ela.
“Me assusto só em pensar como eu estaria se não tivesse encontrado a Fundação Icla da Silva, ou pior, como estaria a vida das pessoas que tiveram sua vida salva por esta organização. Precisamos de mais apoio nas comunidades de grupos étnicos minoritários, para ajudar pessoas como eu, que estão esperando um doador para salvar uma vida.” explica Caroline.
E ela finaliza seu discurso dizendo: “Na esperança, que mais pessoas se envolvam com a Fundação Icla da Silva, ou talvez tomando-os como exemplo, tentando também ajudar sozinhos, mais pessoas irão se informar sobre transplantes de medula óssea e ver como é facil salvar a vida de uma outra pessoa. Sendo assim, talvez um dia eu possa comparecer a um evento como essa reunião, conhecendo meu próprio doador. Com tudo que a Fundação Icla da Silva tem feito por mim, sinto que já os devo muito, minha gratidão eterna, e meu auxílio para ajudar os outros. ”
Caroline começou a pesquisar na internet sobre sua doença e transplantes de medula óssea. Enquanto procurava, descobriu casualmente sobre o site da Fundação Icla da Silva, e o que ela pensou ser sua última chance, resolveu arriscar mandando um email explicando sua situação, pedindo ajuda, mesmo que fosse só informação.
“Para minha surpresa, tive uma resposta no outro dia de Airam. Quando acabei de ler o email, comecei a chorar, porque não acreditava que aquilo pudesse ser verdade, não teria que esperar pelos ciclos da quimioterapia serem feitos para saber se morreria ou não, porque a organização estava disposta a me ajudar no que precisasse. “ Não acreditava que não teria mais que pagar pelos testes de HLA.” disse Caroline aos prantos.
Por não haver doadores compatíveis com Caroline na sua família, e com o apoio da Fundação Icla da Silva, as campanhas de doação de medula óssea seriam realizadas na Igreja de Caroline, com alguns velhos amigos em Boston, Washington Heights, na sua Faculdade Utica NY, e na Flórida, para que outras famílias e amigos pudessem ser testados. De todas as campanhas que realizamos, foram cadastradas ao Registro NMDP cerca de 400 pessoas, na sua maioria grupo étnicos minoritários, mesmo sem serem compatíveis com Caroline, poderiam assim, salvar outras vidas que estão esperando por uma doação como ela.
“Me assusto só em pensar como eu estaria se não tivesse encontrado a Fundação Icla da Silva, ou pior, como estaria a vida das pessoas que tiveram sua vida salva por esta organização. Precisamos de mais apoio nas comunidades de grupos étnicos minoritários, para ajudar pessoas como eu, que estão esperando um doador para salvar uma vida.” explica Caroline.
E ela finaliza seu discurso dizendo: “Na esperança, que mais pessoas se envolvam com a Fundação Icla da Silva, ou talvez tomando-os como exemplo, tentando também ajudar sozinhos, mais pessoas irão se informar sobre transplantes de medula óssea e ver como é facil salvar a vida de uma outra pessoa. Sendo assim, talvez um dia eu possa comparecer a um evento como essa reunião, conhecendo meu próprio doador. Com tudo que a Fundação Icla da Silva tem feito por mim, sinto que já os devo muito, minha gratidão eterna, e meu auxílio para ajudar os outros. ”
Última atualização: 07 Fev 2011
Sobrevivente de leucemia encontra seu doador de medula óssea pela primeira vez
12 Nov 2003
Na Quarta-feira, 12 de Novembro de 2003, Elizabeth Howarth, 18 anos, de Ohio, teve a primeira oportunidade de agradecer a Sandra Fernandez, 37 anos, da Cidade de Nova Iorque por doar “O presente da vida” que salvou a sua.
Apesar de nunca terem se conhecido, Elizabeth Howarth foi salva pelas células-tronco saudáveis que foram doadas por Sandra Fernandez.
Sandra se cadastrou no Registro do Programa Nacional para Doação de Medula Óssea (NMDP) numa campanha de doação organizada pela Fundação Icla da Silva na sua Igreja, em 1996. A campanha foi para uma jovem Hispânica de Nova Iorque que sofria de leucemia. “Eu sabia que poderia fazer uma diferença na vida de alguém” lembrou.
Elizabeth Howarth era como qualquer outra garota de 16 anos de idade até 2001, quando foi diagnosticada com Leucemia. Para continuar vivendo, Elizabeth precisaria de um transplante de células-tronco ajudando assim, seu organismo a fabricar uma medula nova e saudável. Células-tronco sao células imaturas que podem se transformar em células vermelhas, células brancas e plaquetas sanguíneas.
Para o transplante acontecer, Elizabeth precisaria encontrar um doador compatível. As características que determinam se um doador e um paciente são compatíveis são herdadas, logo a maior probabilidade de se encontrar um doador compatível é através de um irmão.
Portanto, 70 por cento dos pacientes não encontram compatibilidade dentro das suas próprias famílias. Apesar de Elizabeth ter uma Irmã, ela não era compatível. Sendo assim, Elizabeth precisaria de um doador sem laços familiares para o transplante que salvaria sua vida.
Elizabeth e sua família recorreu ao Programa Nacional de Doação de Medula Óssea (NMDP) em busca de ajuda. Uma pesquisa no cadastro NMDP, identificou um doador compatível em meio a mais de 5 milhões registrados.
A doadora foi Sandra, uma mulher Hispânica de Manhattan, New York. Embora Sandra não fosse compatível com a garota hispânica para qual ela se registrou, ela estava disposta a ajudar qualquer um que precisasse.
Elizabeth recebeu seu transplante em Janeiro de 2002, em Ohio. Ela agora está com uma vida saudável e atualmente cursa seu primeiro ano na Faculdade.
Por questões de confidencialidade, o doador e paciente não podem se conhecerem até depois de um ano do transplante. Sandra e Elizabeth tiveram que esperar até essa data especial.
O encontro tão esperado , aconteceu na recepção de um cocktail especial no Consulado Geral da Venezuela, onde quadro de diretores, funcionários, voluntários, pacientes e amigos da Fundação Icla da Silva compartilharam este momento especial. Nossos esforços continuam para que mais pacientes tenham a oportunidade de receber “A dádiva da vida” que irá salvar suas vidas.
Apesar de nunca terem se conhecido, Elizabeth Howarth foi salva pelas células-tronco saudáveis que foram doadas por Sandra Fernandez.
Sandra se cadastrou no Registro do Programa Nacional para Doação de Medula Óssea (NMDP) numa campanha de doação organizada pela Fundação Icla da Silva na sua Igreja, em 1996. A campanha foi para uma jovem Hispânica de Nova Iorque que sofria de leucemia. “Eu sabia que poderia fazer uma diferença na vida de alguém” lembrou.
Elizabeth Howarth era como qualquer outra garota de 16 anos de idade até 2001, quando foi diagnosticada com Leucemia. Para continuar vivendo, Elizabeth precisaria de um transplante de células-tronco ajudando assim, seu organismo a fabricar uma medula nova e saudável. Células-tronco sao células imaturas que podem se transformar em células vermelhas, células brancas e plaquetas sanguíneas.
Para o transplante acontecer, Elizabeth precisaria encontrar um doador compatível. As características que determinam se um doador e um paciente são compatíveis são herdadas, logo a maior probabilidade de se encontrar um doador compatível é através de um irmão.
Portanto, 70 por cento dos pacientes não encontram compatibilidade dentro das suas próprias famílias. Apesar de Elizabeth ter uma Irmã, ela não era compatível. Sendo assim, Elizabeth precisaria de um doador sem laços familiares para o transplante que salvaria sua vida.
Elizabeth e sua família recorreu ao Programa Nacional de Doação de Medula Óssea (NMDP) em busca de ajuda. Uma pesquisa no cadastro NMDP, identificou um doador compatível em meio a mais de 5 milhões registrados.
A doadora foi Sandra, uma mulher Hispânica de Manhattan, New York. Embora Sandra não fosse compatível com a garota hispânica para qual ela se registrou, ela estava disposta a ajudar qualquer um que precisasse.
Elizabeth recebeu seu transplante em Janeiro de 2002, em Ohio. Ela agora está com uma vida saudável e atualmente cursa seu primeiro ano na Faculdade.
Por questões de confidencialidade, o doador e paciente não podem se conhecerem até depois de um ano do transplante. Sandra e Elizabeth tiveram que esperar até essa data especial.
O encontro tão esperado , aconteceu na recepção de um cocktail especial no Consulado Geral da Venezuela, onde quadro de diretores, funcionários, voluntários, pacientes e amigos da Fundação Icla da Silva compartilharam este momento especial. Nossos esforços continuam para que mais pacientes tenham a oportunidade de receber “A dádiva da vida” que irá salvar suas vidas.
Última atualização: 07 Fev 2011