Brasileiro ajuda a salvar vida com doação de medula óssea
01 May 2011

Nivaldo Neto doando medula óssea
Mas graças ao baiano Nivaldo Neto, 24, residente da Flórida há 11 anos, uma dessas vidas será salva. Depois de assistir a palestra de um dos funcionários da Icla da Silva Fundation, em 2008, ele ficou tocado com a situação dos pacientes e decidiu se cadastrar no banco de dados da fundação. Três anos depois Nivaldo foi surpreendido com a notícia que ele era compatível com um paciente de leucemia.
“Foi em fevereiro deste ano. Eu estava trabalhando quando uma funcionária da Icla da Silva me ligou dizendo que tinham a possibilidade que eu fosse compatível com uma pessoa”, explica Nivaldo. “Ela me perguntou se eu gostaria de prosseguir com o processo. Aceitei na hora”, diz ele.

Nivaldo Neto, doador de medula óssea
Três semanas depois ele recebeu a notícia de que era 100% compatível com a paciente. Uma série de exames se seguiu para determinar se Nivaldo estava com saúde normal para o transplante. Os testes incluíram exames físicos, raio-x, eletrocardiograma, além da aplicação de injeções por cinco dias.
No caso de Nivaldo, o transplante não foi cirúrgico. O processo,
semelhante ao tratamento de hemodiálise, não é dolorido. “Dizem que cada caso é diferente. No meu caso eu não senti dor, apenas um incômodo na hora de colocar as agulhas. Uma onde sai o sangue, que passa por uma máquina, e outra aonde entra. Durou três horas e 40 minutos”, diz. Mas para Nivaldo, o processo de doação não é nada comparável ao problema que um paciente de leucemia passa. Ele ainda incentiva as pessoas a se cadastrarem. “Para quem doa é apenas um incômodo que dura três horas e pouco, mas para quem recebe é a chance de viver”, diz.
Quem desejar se cadastrar no banco de dados de doadores, poderá fazer entrando em contato com a Fundação Icla da Silva pelo telefone 1 (888) 638-2870 ou www.icla.org.

